Revolução Emocional nas empresas, o papel do RH e lideranças


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Saúde mental e bem-estar são expressões que aparecem cada vez mais nas rodas de conversa. Mais do que isso, têm se tornado foco dentro das empresas e ajudam a movimentar a chamada Revolução Emocional.

Quem traz esse termo para discussão é Rui Duarte Brandão, CEO & Co-founder do Zenklub, que apresentou uma live só sobre o tema no Gupy Conecta. Segundo Rui, esse movimento revolucionário ocorre em diferentes corporações e tem os colaboradores como ponto focal. 

O caminho para a Revolução Emocional

Compreender o que está acontecendo agora é preciso, primeiro, dar um bom salto para trás, até a Revolução Industrial. As revoluções dos séculos passados mudaram onde a força de trabalho estava alocada e qual era sua relação com o trabalho.

Foi nesse momento em que a noção de emprego como ponto importante na vida dos indivíduos passou a ser criada; ainda que dentro de um contexto extremamente fabril. Aqui, o foco das empresas era a máxima produção, a qualquer custo, e o cliente, como centro das operações.

Já agora no século 21, muito mudou. As fábricas deram lugar aos serviços e escritórios. A tecnologia reduziu o esforço braçal e trabalhar significa, para muitos, passar horas na frente de diferentes telas. O industrial, portanto, sai, e entra a Revolução Emocional.

Mais do que produção, é preciso ter equipes comprometidas e fiéis. E se antes o cliente era a base para tudo, agora o colaborador é o centro.

Pandemia e a aceleração da Revolução Emocional

Com a pandemia do Covid-19, muitas mudanças, que estavam engatinhando ou começando a ganhar força, dispararam quase que de uma hora para outra. O home office passa a virar regra e uma noção antiquada de benefícios corporativos é questionada.

Além disso, se a OMS já previa que ansiedade e depressão seriam ainda mais prevalentes em 2020, o medo do vírus e o isolamento compulsório só intensificaram esse processo.

Logo, a Revolução Emocional que estava latente encontrou terreno fértil para seu necessário florescimento.

Então, o que exatamente é a Revolução Emocional?

Quando “o mundo parou” em meados de março de 2020, todos se viram numa posição única de observação. Ficar recluso e ter uma redução de atividades permite esse estado contemplativo.

Notou-se, então, que o modelo de trabalho, que levava pouco em consideração o bem-estar mental dos colaboradores, estava envelhecendo – sendo colocado completamente em xeque pela situação atual.

Assim sendo, a Revolução Emocional é o trajeto de constatação, estudo, planejamento e implementação de uma nova relação entre empresa e funcionário.

A companhia passa a validar cada vez o lado humano de cada um, dentro e fora do expediente, garantindo suas plenas competências emocionais. Em troca, o colaborador encontra uma nova motivação para atuar ao lado da empresa.

RH e lideranças assumem o protagonismo da Revolução Emocional

Ao procurar levar esse novo paradigma para dentro de sua empresa, existem quatro habilidades fundamentais a serem desenvolvidas nas equipes. 

Os responsáveis, portanto, por fazerem com esses skills (listados abaixo) sejam adquiridos por todos são, justamente, RH e lideranças.

1. Comunicação

É preciso saber criar bons elos de comunicação, aplicando a comunicação não-violenta e trabalhando em sua própria inteligência emocional. Especialmente no ambiente virtual, encontrar maneiras mais produtivas de se comunicar, que levem em consideração a pessoa com quem se dialoga, é fundamental.

2. Empatia

Saber sentir pelo o outro, entendendo o lugar que ele ocupa, é algo de grande importância. Para gerar bem-estar numa empresa, as pessoas precisam ter uma escuta ativa, que entenda as circunstâncias de cada um, mesmo quando estão todos em sua própria casa.

3. Alinhamento de expectativas

Incertezas geram ansiedade. Então, no início de toda semana e após toda reunião, as expectativas devem ser alinhadas. Defina quem são os responsáveis, quais são os prazos e o que é esperado. Assim, muitos atritos podem ser evitados e a produção fica mais assertiva.

4. Confiança

Não haverá bons índices de saúde emocional se não houver um ambiente que promova confiança – entre profissionais e equipes, e entre colaboradores e empresa. É só quando ambas as partes confiam uma na outra que é possível levar tanto as conversas fáceis, quanto as difíceis.

Saúde emocional traz um bom ROI

Como o Zenklub contou na Harvard Business Review Brasil, investir em saúde emocional gera um bom ROI para as empresas.

Acontece que funcionários sem qualidade de vida no trabalho, tendo sua saúde emocional acometida por estresse, ansiedade, depressão ou burnout, geram prejuízo para as empresas.

Problemas de absenteísmo e presenteísmo fazem com que o capital humano não traga o retorno esperado.

Dessa forma, para cada R$1,00 investido em saúde emocional, há um ROI estimado de R$3,68 – podendo chegar a R$6,30 em cargos de gestão.

Conheça o Zenklub 

O Zenklub é a mais completa plataforma de saúde emocional. Com conteúdos exclusivos sobre autodesenvolvimento e autoconhecimento, além de uma base de mais de 450 psicólogos, psicanalistas, terapeutas e coaches, o Zenklub está revolucionando o mercado de bem-estar.

Pensando em democratizar o acesso ao autocuidado e contribuir para a Revolução Emocional, o Zenklub oferece um benefício para que empresas levem as soluções da plataforma para seus colaboradores. Clique aqui para conhecer o que o Zenklub tem a oferecer.

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