Empregar talentos: 5 coisas que seu RH precisa saber


4 minutos de leitura

Você acha que pensar em empregar talentos e reter esses profissionais na empresa até o final dessa década é se antecipar demais? Saiba que há empresas no mundo que já estão pensando nisso.

Um exemplo é a Amazon, que, em 2019, anunciou o orçamento para treinar 100 mil trabalhadores só nos Estados Unidos: nada mais que 700 milhões de dólares — só para os próximos 5 anos. O que a gigante do comércio virtual está fazendo é se antecipar às tendências do mundo corporativo.

A tecnologia continua avançando a passos largos, o que não extingue a mão-de-obra humana, mas exige profissionais cada vez mais qualificados. Seja para lidar com as máquinas, seja para interpretar resultados e elaborar soluções cada vez mais criativas e inovadoras, a verdade é que a corrida pelos bons colaboradores será mais acirrada.

Por isso, trabalhar a retenção e o desenvolvimento destes talentos é a melhor saída. E, pensando no futuro da força de trabalho e da sua empresa, este artigo vai ajudá-lo a responder a três perguntas:

  • por que a minha empresa deve pensar no futuro?
  • que ações podem ser adotadas para garantir a retenção até 2030?
  • quais os perigos de não estar preparado?

Preparado para começar a desenhar a próxima década da sua organização? Vamos lá!

Por que a minha empresa deve pensar no futuro?

Ao que tudo indica, em 2030, os profissionais trabalharão ainda mais integrados à inteligência artificial. Hoje, as empresas já reconhecem a importância de empregar talentos e reter esses talentos. No entanto, o futuro pode ser difícil para muitas profissões, e exigirá que as organizações assumam outra postura frente aos processos de recrutamento, seleção e retenção.

De acordo com o Fórum Econômico Mundial, a inteligência artificial e a automação substituirá 75 milhões de profissionais. Em contrapartida, 133 milhões de novos empregos serão gerados.

Em um mundo em que há perspectivas reais de substituição de profissionais por máquinas, como saber quem contratar? Saber onde vamos parar é o primeiro passo.

Uma vez que a tecnologia vai substituir cargos, é necessário pensar no perfil do candidato ideal daqui pra frente. Indivíduos resilientes, criativos, emocionalmente inteligentes e socialmente influentes são apontados como os profissionais mais adequados ao futuro do trabalho.

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Que ações podem ser adotadas para garantir a retenção até 2030?

Diante de um cenário transformador, o que as empresas podem fazer para garantir a contratação de talentos que possam acompanhar essas mudanças? Separamos 5 ações que podem ser adotadas hoje para garantir uma década em retenção de talentos de alto desempenho. Confira!

1. Educação é investimento, não custo

Cenários tecnológicos e digitais exigem rapidez, criatividade e produtividade, e para que isso seja possível, é necessário que os profissionais tenham acesso a uma educação de qualidade. A educação, aqui, não é só a corporativa, também é necessário pensar na qualidade de ensino que estamos oferecendo para as nossas crianças.

Muitos jovens que hoje estão na escola, começarão a desenhar suas carreiras em 2030. E o mais impressionante é que, muitas dessas profissionais, ainda não existem.

A professora da Duke University, Cathy Davidson, afirma que os processos educacionais atuais não preparam essas crianças para a força de trabalho futura — ou seja, mais do que nunca, a educação deve ser vista como um investimento. Se a sua empresa costuma fazer trabalhos filantrópicos, é interessante considerar esse investimento.

2. A gamificação é um recurso altamente atrativo

À medida que o mercado evolui, os programas de treinamento e desenvolvimento devem acompanhar essas mudanças — ou seja, precisam ser mais interessantes, criativos e inovadores.

Muito utilizada no recrutamento de profissionais, a gamificação tende a seguir essa tendência. Recursos como realidade aumentada e virtual simulam cenários e permitem que os programas de capacitação sejam cada vez mais interessantes.

Vale reforçar que as técnicas de gamificação funcionam tanto para aprimorar o domínio cognitivo e a compreensão quanto o afetivo e as emoções.

3. Aprendizagem social como recurso

De acordo com a Forbes, o uso da aprendizagem social cresceu 8% de 2018 para 2019. A abordagem está se popularizando, especialmente entre os desenvolvedores de softwares. A teoria defende que todos podem aprender por meio da observação, e no mundo corporativo já existem plataformas que fazem esse trabalho.

Esses profissionais podem utilizar esses sistemas para compartilhar dicas e soluções, e isso pode ser empregado nas empresas, simplificando processos. Hoje, algumas já coletam perguntas, criam conteúdos e realizam treinamentos virtuais e a tendência é que esse recurso seja aperfeiçoado, levando as discussões presenciais para ambientes virtuais. 

4. Estimulando a inovação

A inovação está no DNA do futuro das empresas, e para que uma organização entregue produtos e soluções criativas e inovadoras, é preciso que seus colaboradores carreguem essas características. Mais que ser uma habilidade a ser desenvolvida, ela precisa ser constantemente estimulada dentro do negócio, fazendo parte da cultura organizacional do empreendimento.

5. Ampliar o mapeamento de habilidades

Quando você entende as capacidades mais desejadas da atualidade e descobre o que o futuro reserva para a força de trabalho, pode ampliar o mapeamento de habilidades na hora de captar os candidatos ideais para uma vaga.

Se a intenção é empregar talentos e mantê-los na empresa, é preciso pensar nas promessas para o futuro do trabalho. Na hora de avaliar o perfil comportamental dos candidatos, é necessário acrescentar as características mais desejadas para o novo cenário que se forma. Já falamos delas aqui:

  • resiliência;
  • criatividade;
  • inteligência emocional;
  • influência social.

E procurar trabalhar nesse conjunto de habilidades nos treinamentos dos profissionais que integram o quadro de colaboradores atualmente.

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Quais os perigos de não estar preparado?

Segundo o Fórum Econômico Mundial, a competição por profissionais altamente qualificados ficará cada vez mais acirrada. Os próximos anos exigirão que as empresas mudem, reinventando seus processos. Negar a velocidade dessas transformações pode fazer com que as empresas fiquem para trás.

Nesse contexto, o capital humano continua sendo o bem mais valioso de uma empresa. Por isso, a atração e retenção de talentos devem ser prioridades na atualidade e no futuro. Perder profissionais qualificados é um risco para a rentabilidade e para a imagem do negócio em qualquer cenário.

Chegamos ao fim do nosso artigo e agora você está atualizado sobre o mercado de trabalho do futuro. A partir deste conteúdo, já é possível empregar talentos e reter os profissionais mais habilidosos e adequados para enfrentar os desafios da próxima década junto com a sua empresa.

Aproveite para conferir a o que é e qual a importância da gestão de talentos no cenário da sua empresa.

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