Treinamento e desenvolvimento de pessoas (T&D) estão entre as ações mais satisfatórias do RH.
A partir deles, vemos o crescimento da pessoa colaboradora: quando os potenciais inatos e adquiridos deixam de ser apostas e geram realizações concretas, como soluções, produtos, serviços e inovação.
A importância para as empresas é evidente. Como as mudanças forçam os negócios a aprender, e elas estão mais frequentes na Era da informação, você verá cada vez mais a educação como parte da cultura organizacional, ao invés de ser uma reação diante de problemas e necessidades de curto prazo.
Quando uma empresa detecta a necessidade de obter competências, o "GPS" do RH oferecerá dois caminhos.
Você pode realizar um processo de recrutamento e seleção de pessoas e buscar os conhecimentos, habilidades e atitudes no mercado. Ou, pode utilizar a educação para reduzir o gap presente nos profissionais da empresa. Cada momento pedirá uma coisa.
Agora, supondo que você decidiu qualificar os colaboradores, quais são as opções disponíveis?
A primeira é olhar para os cargos e atender às demandas pontualmente, um programa de treinamento; a segunda é pensar o que a pessoa vai precisar na sua carreira dentro da empresa, um plano de desenvolvimento.
Ambas constituem dimensões da aprendizagem em nível individual.
Há também uma outra, a organizacional, em que o importante é como a empresa adquire competências para se adaptar às mudanças e inovações do contexto em que ela está inserida.
Então, que tal saber mais sobre treinamento e desenvolvimento na gestão de pessoas?
Conversamos bastante sobre o tema para que você possa promover melhorias e tirar o melhor das suas equipes. Vamos lá?!
Em "Gestão de Pessoas: O Novo Papel dos Recursos Humanos nas Organizações", Idalberto Chiavenato apresenta as características que diferenciam os modelos tradicionais de Treinamento & Desenvolvimento dos modernos.
Você pode usar os pontos abaixo como objetivos de melhoria dos processos da sua empresa:
A visão mais atual corresponde a antever situações e pensar treinamento e desenvolvimento de pessoas de maneira estratégica, como parte da cultura organizacional.
Logo, o moderno se distancia do casual, ou seja, de se qualificar eventualmente.
Também é possível verificar que a escolha das pessoas colaboradoras está inserida na estratégia. Não é algo aleatório ou sem padrão.
Outro ponto é que, modernamente, o objetivo é se antecipar às necessidades, em vez de agir após o problema se instalar.
O treinamento e desenvolvimento de pessoas é feito pensando nos meses e, até, anos futuros, e não o problema imediato.
Os programas são voltados para gerar mudanças, as coisas devem estar diferentes ao final do processo.
A ideia é encorajar e engajar a pessoa colaboradora a participar dos processos, em substituição a simplesmente mandar que o profissional faça.
Há consciência sobre a necessidade de melhoria constante para se adaptar às mudanças, logo, não há como treinar de uma vez por todas.
E aí, você diria que o treinamento e desenvolvimento de pessoas da sua empresa é moderno ou tradicional?
Leia também: Indicadores de T&D: como medir resultado de treinamento e desenvolvimento
Os dois processos de aprendizagem são importantes para uma gestão estratégica de pessoas e compartilham tipos e métodos de trabalho.
No entanto, como esclarece Chiavenato, existe uma diferença do ponto de vista temporal:
O treinamento é orientado para o presente, focalizando o cargo atual e buscando melhorar aquelas habilidades e competências relacionadas com o desempenho imediato do cargo.
O desenvolvimento de pessoas focaliza em geral os cargos a serem ocupados futuramente na organização e as novas habilidades e competências que serão requeridas.
Você pode encarar a questão também sob uma visão sistêmica.
Os treinamentos realizados ao longo da jornada da pessoa colaboradora na empresa são unidades que, em conjunto, determinam o seu desenvolvimento.
Se tudo for planejado, intencional e coerente, a tendência é que, ao final, o profissional esteja melhor do que entrou.
Uma das formas de organizar a estratégia de negócios é usar o balanced scorecard.
“A vantagem dessa abordagem é entender como o sucesso, caracterizado pelo aspecto financeiro, lucro, retorno do investimento etc., emerge a partir de níveis mais fundamentais.” Fonte: Administradores
E o que isso tem a ver com Treinamento e Desenvolvimento?
Imagine uma casa com quatro andares. A cobertura seria a perspectiva financeira: uma bela vista, conforto e segurança.
É onde as empresas querem chegar, como dito, faturamento, lucro e retorno do investimento.
Logo abaixo, há a perspectiva do cliente: para chegar a cobertura, você precisa atender a essas pessoas, aumentar a sua participação no mercado, garantir a satisfação, fidelizar etc.
No entanto, isso só é possível com a estruturação de atividades que possam ser replicadas com eficiência no dia a dia.
A perspectiva dos processos internos, então, é o primeiro andar, onde pensamos como vamos vender produtos e serviços, ter produtividade no trabalho, realizar entregas, etc.
E sabe o que segura tudo isso?
A perspectiva de aprendizado e crescimento: são as pessoas colaboradoras que usam suas competências nos processos internos, para atender aos clientes e gerar ganhos financeiros.
Perceba que a estrutura da estratégia de negócios segue uma relação de causa e efeito entre os níveis.
Logo, o papel do treinamento e desenvolvimento de pessoas pode ser facilmente identificado como parte da perspectiva de aprendizado e crescimento, alicerce do mapa estratégico de Robert S. Kaplan e David P. Norton.
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Os tipos estão ligados ao que será treinado ou desenvolvido, enquanto os métodos ao como.
Abaixo, você verá exemplos relacionados aos tipos de treinamentos e de desenvolvimento:
Ocorre quando as competências da pessoa colaboradora estão defasadas em relação às melhores práticas do mercado.
Por exemplo, se a linha de produção agora é automatizada, os profissionais que trabalhavam com processos manuais precisam se atualizar.
Existe um ciclo natural de profissionais ocupando posições à frente das equipes, especialmente de gerência e supervisão.
Assim, é bastante comum programas de treinamento para realizar o preenchimento desses cargos via recrutamento interno.
Especialmente nas organizações que fazem a gestão por competências, o mapeamento dos conhecimentos, habilidades e atitudes é constante.
Em conjunto com avaliações de desempenho, dão origem a treinamentos em que se busca suprir deficiências.
Quando uma pessoa candidata é admitida ou uma pessoa colaboradora é promovida, o RH precisa adaptar o profissional ao novo cargo.
Isso passa por treinamentos tanto voltados para competências como para desenvolvimento de relações com a equipe.
Uma área de crescimento baseado em treinamento de comportamentos e atitudes.
É o caso de quando a Gestão de Pessoas busca melhorias em trabalho em equipe, assiduidade, comprometimento, resolução de problemas, criatividade, etc.
Leia também: Soft Skills: exemplos e como desenvolver as competências do futuro
Atua em paralelo ao plano de carreira, ou seja, o RH precisa identificar quais são as necessidades para que as pessoas consigam sair dos níveis menores para cargos e salários mais altos.
Especialmente em cargos técnicos, os profissionais precisam manter rotinas de aprendizado após a formação inicial.
Aqui, além de programas de treinamentos da empresa, é comum o oferecimento de especializações e cursos externos.
É o trabalho para manter a organização adequada às inovações. Por meio da capacitação dos profissionais, o negócio se torna apto a viver em novos cenários econômicos, sociais e tecnológicos.
O modelo mais tradicional é o que os profissionais vão a uma sala de aula ou laboratório para serem orientados por profissionais com conhecimento e experiência nas questões do programa de treinamentos.
Uma variante é o in company, no qual são os instrutores e professores que vão até a empresa para ministrar cursos.
Também conhecido como mobile learning, corresponde ao aprendizado em plataformas online ou softwares de ensino.
O conteúdo pode ser apresentado em diferentes formatos, como textos, vídeos, áudio.
Além disso, os ambientes virtuais utilizam atividades interativas, como responder a fóruns, resolver questões e participar de jogos para promover a aprendizagem.
O ensino, nesse caso, é feito pequenas pílulas para melhorar competências específicas.
É bastante comum o uso de vídeos de 3 a 10 minutos com o conteúdo e propostas de exercícios.
Leia também: Microlearning: o que é, exemplos, benefícios e como engajar talentos
A ideia de uma sala invertida é a pessoa colaboradora estudar os conteúdo no modelo à distância, e o presencial servir para debates, dinâmicas e esclarecimento de dúvidas.
É o ensino por meio do convívio entre profissionais. Em programas de treinamento, isso pode ser estimulado se as pessoas colaboradoras mais experientes e qualificadas forem os instrutores dos cursos, por exemplo.
Leia também: Plataformas de treinamento com autoria de conteúdo e microlearning
Permitir que a pessoa colaboradora exerça diferentes funções na organização, a fim de ganhar experiência, ter realizações e desenvolver competências.
Dar acesso a programas oferecidos por instituições de ensino, como cursos profissionalizantes, escolas técnicas, graduações e pós-graduações.
Conceder feedbacks sobre o trabalho e competência do colaborador após certos períodos ou tarefas, visando a melhoria contínua.
Escolher profissionais bem-sucedidos para orientar os que aspiram aos cargos mais elevados da organização.
Quando a Gestão de Pessoas assume o protagonismo na formação dos colaboradores, a empresa colherá frutos importantes.
Além de melhorar indicadores-chave de RH, as metas de treinamento e desenvolvimento de pessoas integram a perspectiva de aprendizado e crescimento da estratégia de negócios. Veja os principais ganhos.
O primeiro benefício que você pode observar é também o mais direto. Usamos T&D para reduzir a lacuna entre as competências que temos e as de que necessitamos.
E o que necessitamos pode vir de diferentes fontes:
Para atender a esses e a outros objetivos, as equipes têm um conjunto de competências técnicas e comportamentais. Cabe ao RH identificar a demanda por aprendizado.
As competências são conceituadas a capacidade de realização, que tem como elementos conhecimentos, habilidades e atitudes (CHA).
Assim, quando pensamos em melhorar turnover, assiduidade, clima organizacional e produtividade ou, até mesmo, indicadores de outros setores, como custos e vendas, podemos facilmente encontrar a necessidade de Treinamento e Desenvolvimento.
Um exemplo simples é o do absenteísmo. Um dia, você confere o controle de ponto na sua mesa de trabalho e, então, vê inúmeras faltas no último trimestre.
Nesse caso, o que se espera é uma mudança de atitude, que pode ser treinada ou buscada no mercado.
Poderia ser também a falta de habilidades e conhecimentos. O líder de um setor pode reclamar da produtividade do time, e você notar que as pessoas colaboradoras não dominam a tecnologia do processo produtivo, só para citar um caso.
O trabalho de consolidar crenças, valores e normas de comportamento exige uma abordagem em múltiplas frentes, como recrutar pelo fit cultural, aplicar testes de personalidade profissional e usar os líderes para promover a cultura.
Entre elas, aparecem os programas de treinamentos e desenvolvimento de pessoas.
A escassez de talentos é um problema enfrentado por diversas empresas.
Em levantamento realizado pelo ManpowerGroup, os contratantes brasileiros apontam a falta de competências técnicas (33%) e comportamentais (19%) entre as principais dificuldades para efetuar uma contratação.
E o problema atinge diversas funções, como técnicos de TI, industriais, auxiliares administrativos, contadores e engenheiros.
Por isso, além de aprimorar os processos de recrutamento para atrair as melhores pessoas candidatas, é importante investir na melhoria dos profissionais que já integram os quadros da empresa.
Uma boa política de Treinamento e Desenvolvimento de pessoas permite, até mesmo, complementar as seletivas externas com recrutamento internos.
Esses processos são ferramentas complementares e entender as suas aplicações tornará a gestão de pessoas mais efetiva. Veja, primeiro, as vantagens dos treinamentos:
Os treinamentos podem ser voltados para solucionar os problemas encontrados hoje.
Por exemplo, quando a empresa qualifica para destravar o andamento de um processo, conter desperdícios de recursos, reorganizar o estoque, integrar um profissional à equipe, implementar um novo software, etc.
Não é preciso ir muito longe para achar um exemplo. Uma pessoa colaboradora se demite, e você precisa encontrar alguém para o cargo.
Você até pode ter um plano de desenvolvimento de pessoas esperando, mas primeiro terá de resolver o problema pontual.
A situação de conformidade da empresa com normas legais frequentemente é alcançada com o auxílio de treinamentos.
Imagine que as leis profissionais passam a exigir um novo tipo de equipamento de proteção individual (EPI), é necessário qualificar para que os colaboradores saibam utilizá-lo.
Diversas empresas precisam recrutar profissionais temporários pelo aumento de demanda durante um período do ano ou diante de um pedido fora do padrão.
É o tipo de coisa que acontece quando você vende ovos de páscoa, por exemplo. Bem, os treinamentos ajudam a capacitar essa mão de obra no curto prazo.
Prosseguindo, digamos que você desenhou um plano de desenvolvimento em que o estagiário se torna auxiliar, depois, analista, coordenador e gerente, será que realmente é possível prever todas as variáveis nesse caminho?
Um caso simples: uma pequena empresa de vinhos agora vê uma ótima oportunidade no segmento de cachaças nacionais, e o gerente precisa entender do produto para escolher bons fornecedores.
Consegue ver como o treinamento é útil para suprir as lacunas?
Por vezes, é preciso agir pontualmente nas questões relacionadas à motivação e ao bem-estar no trabalho.
Aqui, também não há como prever todas as variáveis, de crises econômicas à epidemias, há uma série de coisas difíceis de antecipar que podem abalar a moral e a saúde dos profissionais, exigindo treinamentos.
O desenvolvimento oferece visão de longo prazo e, portanto, fornece os critérios para que a Gestão de Pessoas escolha os treinamentos alinhados à estratégia de negócios.
Por exemplo, se uma organização pretende abrir dez lojas nos próximos 5 anos, haverá um plano de desenvolvimento de gerentes e, dentro dele, diversos treinamentos.
Por meio do desenvolvimento, a gestão de pessoas oferece o suporte para o crescimento da pessoa colaboradora e busca realizar os seus potenciais.
Consequentemente, ocorre o crescimento do valor do capital humano da empresa.
Também será possível constatar uma melhoria na oferta de valor da empresa para pessoas colaboradoras e candidatas.
Ao lado de salários e benefícios, o profissional enxergará as oportunidades de crescimento e evolução na carreira.
É uma prática decisiva para o employer branding. A consolidação da empresa como marca empregadora passa por investir no potencial das contratações.
Ter políticas modernas de desenvolvimento de pessoas é uma das coisas que fazem as empresas serem reconhecidas como um bom lugar para se trabalhar.
Leia também: Atração de talentos: como inovar em 2026
Por fim, o desenvolvimento oferece condições para formar pessoas para as posições-chave.
Os líderes são pratas da casa, já plenamente inseridos na cultura organizacional e com grande senso de fidelidade.
Para aplicar os programas de treinamento e desenvolvimento de pessoas na sua empresa, você precisa superar quatro etapas: diagnóstico, planejamento, execução e avaliação. Quer aprender como se faz na prática? Continue lendo!
Consiste em entender as necessidades da empresa. As pontuais e de curto prazo para os treinamentos, e as gerais e de longo prazo para o desenvolvimento.
Há diferentes técnicas para se chegar ao diagnóstico, confira a seguir.
Buscar as lacunas entre as competências necessárias e percebidas. No desenvolvimento de pessoas, os critérios podem vir do que é preciso para gerir mudanças, carreira e educação continuada.
Nos treinamentos, também é possível pensar em problemas pontuais, como integração de colaboradores, capacitação para um cargo, etc.
Quando se busca mudanças no ambiente de trabalho, os gaps estão relacionados ao clima organizacional, principalmente a comportamentos e atitudes prejudiciais à convivência.
Um terceiro diagnóstico pode vir do entendimento da estratégia de negócios, ou seja, do que precisamos treinar ou desenvolver para alcançar os objetivos organizacionais.
O balanced scorecard é uma boa ferramenta para identificar as necessidades.
Em qualquer dos casos, é necessário realizar diferentes avaliações de desempenho para conhecer as competências percebidas nos colaboradores e, só então, medir o gap para as ideais.
A tarefa aqui tem dimensões diferentes conforme se pense em treinar ou desenvolver.
Se for um plano para carreira, por exemplo, será preciso descrever as necessidades em cada um dos cargos e funções, e escolher os treinamentos específicos para cada momento.
Veja uma checklist com as principais tarefas de planejamento do T&D:
Dentro do plano de ação, você precisa definir os pontos da execução. O passo a passo da execução é o seguinte:
Consiste em verificar duas coisas: a qualidade do programa e o impacto gerado nos colaboradores.
O primeiro é feito cruzando dados relativos aos tipos e métodos empregados:
Já o impacto é a mudança concreta gerada pelo programa. Isso é feito com a comparação em um gráfico.
Na primeira linha, projeta-se o que ocorreria sem a intervenção, e, na segunda, o que aconteceu. A diferença entre as duas coisas é o impacto.
O impacto pode ser positivo, negativo ou neutro conforme a capacidade de melhorar os pontos indicados como necessidades e cumprimento dos objetivos de T&D.
Logicamente, a avaliação depende de realizar novos diagnósticos ao longo do tempo.
Um sistema de treinamento e desenvolvimento é a plataforma tecnológica que centraliza, organiza e acompanha todas as ações de T&D de uma empresa.
Ao invés vez de gerenciar cursos, planilhas de acompanhamento e avaliações em ferramentas separadas, o sistema reúne tudo em um único lugar: conteúdos de aprendizagem, trilhas de capacitação, relatórios de desempenho e indicadores de evolução dos colaboradores.
Na prática, um bom sistema de treinamento e desenvolvimento ajuda o RH a sair do operacional (montar planilha, cobrar participação, cruzar dados manualmente) e focar no estratégico: identificar gaps de competência, medir o impacto real dos treinamentos no negócio e conectar o desenvolvimento das pessoas aos objetivos da empresa.
É por isso que, à medida que a área de T&D ganha maturidade, migrar de processos manuais para um sistema estruturado deixa de ser um diferencial e passa a ser uma necessidade.
As práticas de treinamento e desenvolvimento de pessoas precisam estar ajustadas aos níveis hierárquicos da empresa.
Isto é, deve existir uma aderência entre as necessidades de cada uma das partes do negócio.
Identifica os perfis de liderança desejados pela empresa e desenha o caminho dos colaboradores até o comando das equipes ou para serem lideranças informais.
No percurso, haverá diversos treinamentos, avaliações de desempenho e feedbacks no sentido de evoluir a capacidade de motivar, orientar, influenciar e afins.
Exige a formação das pessoas para compor os quadros administrativos da empresa, por vezes, sendo trabalhado em conjunto com a liderança.
Os programas, nesse caso, são bastante centrados em planejamento estratégico, pensamento sistêmico e entendimento das características da organização.
Pode conectar as posições hierárquicas da empresa ou serem voltados para melhorias, como educação continuada, reciclagem, clima, produtividade etc.
O segredo, nesse nível, é coletar o máximo de informações porque há grande diversidade de cargos.
O que é um sistema de treinamento? É a tecnologia usada para organizar, aplicar e monitorar as ações de treinamento e desenvolvimento de uma empresa, reunindo cursos, avaliações e relatórios em um único ambiente.
Quais são as 4 etapas do T&D? São elas: identificação da necessidade, planejamento do treinamento, execução e, por fim, monitoramento e avaliação dos resultados.
Qual é a diferença entre treinamento e desenvolvimento? O treinamento tem foco no curto prazo, capacitando o colaborador para uma função ou tarefa específica. Já o desenvolvimento tem foco no longo prazo, preparando a pessoa para crescer na carreira e assumir novos desafios.
Por que ter um sistema de treinamento e desenvolvimento é importante? Porque permite escalar as ações de T&D com organização, medir resultados de forma confiável e conectar o desenvolvimento das pessoas diretamente aos objetivos estratégicos da empresa.
Ao pensarmos em um RH estratégico, ou seja, que é um braço da gestão para alcançar os objetivos organizacionais, treinamento e desenvolvimento de pessoas serão práticas indispensáveis.
Com a Solução de Treinamento da Gupy, você escala a aprendizagem do seu time com treinamentos gamificados que engajam 3x mais e acompanha relatórios completos para ter os melhores insights de T&D.