7 principais tendências para o mundo pós-pandemia


5 minutos de leitura

A COVID-19 pegou o mundo de surpresa. O consequente confinamento instaurado de um momento para o outro, deixou as empresas e profissionais perdidos e com pouco tempo para implementar mudanças que possibilitassem a continuidade do trabalho no mundo pós-pandemia.

Em meio ao caos, as soluções surgiram mais rápido que o esperado, demonstrando uma capacidade de superação e adequação às mudanças que parecia adormecido, em um mundo que se recusava a acompanhar o ritmo da transformação digital.

Saber o que será perene, dentro desse “novo normal” que se estabeleceu, é muito importante para que os profissionais de RH compreendam os caminhos a serem trilhados nos próximos anos e possam se destacar em suas carreiras.

Continue a leitura e descubra quais são as tendências que vieram para ficar.

1. Transformação digital

A pandemia acelerou notavelmente a transformação digital de empresas em todo o mundo. De acordo com Omdia, o tráfego global da Internet aumentou 70% nas regiões do mundo onde as políticas de contenção foram mais efetivas.

As ferramentas digitais se tornaram um ativo essencial para as organizações, a fim de garantir a colaboração, unicidade, segurança e eficiência das equipes de trabalho.

Estamos no auge dessa transformação e precisamos nos adaptar, todos os dias, às novas ferramentas que surgem para aprimorar nossos processos. Embora os laços de humanidade estejam cada vez mais fortes e relevantes, o digital é o futuro do trabalho.

2. Trabalho remoto

O home office se estabeleceu, em muitos casos, por necessidade extrema, a fim de não parar completamente as atividades das empresas. Embora essa já fosse uma tendência crescente para freelancers e profissionais liberais, muitas empresas não se adaptariam tão cedo, não fosse a COVID-19.

Hoje, as organizações se preparam para aprimorar seus ambientes digitais e torná-los cada vez mais seguros e naturais. A tendência é que, passado o confinamento, apenas parte das operações retornem ao modo presencial.

Isso acontece porque os profissionais perceberam os benefícios do trabalho remoto. Apesar de afastar fisicamente as pessoas, ele aprimora o tempo e a produtividade. Uma boa parcela dos trabalhadores esperam poder alternar entre o presencial e o online, quando tudo isso passar.

Portanto, podemos esperar por um modelo híbrido de trabalho, o que também se reflete na educação. Os profissionais e alunos poderão escolher entre participar remotamente, por meio de avançadas ferramentas de comunicação, ou se dirigem para seus escritórios ou universidades.

3. Conectividade

A pandemia desenvolveu nas empresas e profissionais a consciência de que muitas coisas podem ser resolvidas sem a necessidade de se encarar o trânsito pesado das grandes capitais. Mesmo para distâncias maiores, como membros das equipes em estados e países diferentes, a conectividade é a solução mais eficaz para muitas das demandas de trabalho.

Por esse motivo, os aplicativos digitais, focados em conectar pessoas e promover um ambiente amistoso para as reuniões cursos e conferências virtuais, receberão cada vez mais investimento, a fim de tornar a experiência online cada vez mais simples e intuitiva.

4. Intensificação das compras online e delivery

Segundo pesquisa da NZN intelligence, 71% das pessoas aumentaram seu volume de compras online após o início da pandemia. Essa realidade atinge todos os setores. Muitas pessoas que se limitavam a pedir comida online, vez ou outra, agora compram seus móveis, roupas, mantimentos e remédios pela internet.

Sendo assim, as empresas de entrega estão aprimorando seus serviços para atender cada vez mais setores e mais rápido. A logística está se reinventando, buscando parcerias para deixar os produtos e serviços cada vez mais próximos do consumidor final.

5. Revisão de valores e comportamentos

O que realmente importa para nós, seres humanos? Muitas pessoas estão repensando seus estilos de vida, suas crenças e os motivos pelos quais vale a pena lutar. A falta de dinheiro decorrente da crise da saúde levou a uma reflexão mais profunda e uma aceleração nas mudanças de hábitos de consumo que já vinham ocorrendo a algum tempo.

O “menos é mais” não é mais tendência, é a nova realidade. Há também uma tendência de desaceleração da vida, numa busca para valorizar o que é essencial, em detrimento do que, diante da crise mundial, se tornou banal e desnecessário.

A sustentabilidade também está mais em pauta do que nunca. A corrida por implementar hortas caseiras e a busca por produtos que não agridem o meio ambiente, aumentou muito desde o início da pandemia.

6. Solidariedade

As crises e dificuldades tem o poder de evidenciar o lado humano das pessoas. Vimos muitas situações em que jovens foram às compras para evitar que seus vizinhos idosos precisassem sair de casa e muitos mutirões para levar alimentos e agasalhos para pessoas que perderam suas rendas por causa do coronavírus.

Nas redes sociais as divulgações de vagas e perfis em busca de recolocação se intensificaram. A empatia virou a palavra de ordem, dada a consciência de que estamos todos no mesmo barco.

7. Lifelong Learning

Mais do que nunca, a pandemia evidenciou a necessidade de aprendizado e desenvolvimento constantes. A capacidade de aprender, reinventar e se adaptar é tão, ou mais, relevante quanto um diploma acadêmico.

O desenvolvimento das soft skills mais pedidas do mercado: resiliência, empatia, liderança, ética, colaboração etc., é busca de quem quer sobreviver e se destacar em um mercado de trabalho mais humano e compassivo.

Para não perder a pegada desse novo mundo, muitas opções disponíveis gratuitamente podem ser aproveitadas. As plataformas Moocs oferecem muito conhecimento e oportunidades de desenvolvimento de habilidades técnicas e comportamentais.

Muitas universidades e empresas comprometidas com o desenvolvimento humano também tem disponibilizado seus cursos para ajudar na qualificação dos profissionais do futuro.

Grandes blogs de recursos humanos, como o da Gupy, são a opção perfeita para você se manter por dentro das tendências, se destacar como profissional e ampliar a competitividade da sua empresa nesse novo mundo.

O importante para as organizações é se manterem no caminho do upskilling (aprimoramento) e reskilling (requalificação), para manter seus colaboradores na trilha do desenvolvimento, sempre engajados e produtivos, seja de casa ou no escritório.

O mundo pós pandemia pode ser desafiador, cheio de novos processos e padrões aos quais temos que nos adaptar todos os dias, mas ele também é mais humano, mais tolerante e cooperativo, virtudes essenciais para uma sociedade mais nobre e pacífica.

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