Employer branding X employee experience: entenda a diferença


5 minutos de leitura

Profissionais que fazem pesquisas recorrentes sobre o capital humano das empresas e sua relevância para os negócios se depara frequentemente com os termos employer branding e employee experience.

É normal que alguns conceitos gerem dúvidas — ainda mais quando são batizados em um idioma diferente do nosso. Em linhas gerais, o employer branding diz respeito à imagem da organização como marca empregadora, no geral.

Já o employer experience, se trata da experiência dos profissionais com os processos de recrutamento e seleção. Neste artigo, você vai saber mais detalhes sobre essas diferenças e por que a aplicação desses dois conceitos é tão importante. Confira conosco:

  • employer branding;
  • employer experience;
  • a importância para os negócios.

Employer Branding

O employer branding — ou a marca do empregador, em tradução livre — é a reputação de uma empresa no sentido de ser ou não um bom lugar para trabalhar.

Empresas com uma marca empregadora forte e consolidada são aquelas que investem em ações para que os profissionais percebam seus valores no ambiente de trabalho.

Quanto mais forte o employer branding, mais atenção a organização chama dos melhores profissionais do mercado.

Responsabilidade sobre o employer branding

Ainda que a gestão de gente seja responsável por desenvolver e aplicar ações estratégicas que possam construir e promover a imagem da empresa como uma boa marca empregadora, o employer branding faz parte da cultura organizacional.

Isso significa que não se resume a um conjunto de ações aplicadas no cotidiano, mas ao posicionamento do negócio como um todo.

Essa identidade é moldada com base na atuação de todo o time:

  • líderes de setor, gerentes ou gestores, que avaliam e treinam os membros da equipe;
  • o setor de marketing, publicidade e comunicação, responsável por disseminar a imagem da empresa e divulgar suas ações nos mais variados canais;
  • os colaboradores de maneira geral, que compartilham com familiares, amigos e conhecidos as experiências boas e ruins vividas no ambiente de trabalho;
  • os profissionais de rh que administram as relações com os colaboradores, dando vida às políticas da empresa;
  • proprietários, diretores e membros do topo da hierarquia, que definem os valores que desejam reforçar por meio de projetos, estratégias, posicionamentos e afins.

Dito isso, a construção de uma marca empregadora forte é de responsabilidade de todos aqueles que fazem parte da sua hierarquia. Os envolvidos devem estar em sintonia, e as ações implementadas precisam ser amplamente divulgadas.

Por exemplo, quando o RH sugere um pacote de benefícios inovador, a diretoria aprova e os responsáveis implementam, a equipe de marketing pode promover essas melhorias no LinkedIn. Com isso, atrai a atenção do mercado para si.

Como construir o employer branding

Para construir uma forte imagem como marca empregadora, a primeira etapa é, de fato, ser um bom empregador. A segunda, é promover o que a empresa está fazendo para atingir a esse objetivo.

Há várias formas de se fazer isso. Confira algumas sugestões:

  • aposte em benefícios que sejam inovadores e realmente motivem os colaboradores, ajudando a equilibrar o trabalho com a vida pessoal;
  • compartilhe fotos de seus locais de trabalho e reuniões nas redes sociais;
  • crie páginas de carreiras envolventes, com o objetivo de atrair os candidatos;
  • elabore planos de desenvolvimento, permitindo que os colaboradores desenvolvam suas habilidades dentro da empresa;
  • implemente políticas para garantir que todos os profissionais se sintam seguros, confortáveis e valorizados no trabalho, por exemplo, um plano de carreira bem-estruturado e programas de saúde e bem-estar;
  • ofereça remuneração compatível com o mercado;
  • use a imagem dos colaboradores por meio de vídeos, depoimentos e afins, para que eles possam compartilhar suas experiências de trabalho.

New call-to-action

Employee Experience

O employee experience — em tradução, a experiência do colaborador — é a percepção do profissional sobre sua jornada completa dentro de uma empresa, desde o momento em que se candidata a uma vaga, até o seu desligamento.

Essa experiência está diretamente ligada ao employer branding, já que as ações adotadas durante o período em que essa relação existe influenciam diretamente nessa percepção.

Estágios do employee experience

O ciclo de vida dos colaboradores dentro de uma empresa pode ser dividido em 3 estágios. Entenda

Estágio 1: atração e recrutamento

Publicar uma vaga de emprego e iniciar um processo seletivo é a primeira chance que a empresa tem de apresentar a sua cultura organizacional. A retenção do colaborador começa aqui, onde ele começa a se tornar um defensor da organização.

Obter feedback nesta fase é uma grande oportunidade para melhorar o processo de recrutamento e seleção e, consequentemente, o employee experience dos próximos candidatos.

Estágio 2: integração e dia a dia

A integração do colaborador não se resume às palestras que ele assiste quando entra no negócio. Ela começa quando um novo contratado aceita a oferta de emprego e continua durante as primeiras semanas, meses e até mesmo o primeiro ano de trabalho.

Obter feedback ajuda a melhorar o processo de integração e a identificar as demandas gerais para que os talentos sejam retidos.

Estágio 3: saída

Seja voluntária, seja involuntária, a saída de um colaborador também merece atenção especial. Nesse momento, a empresa pode descobrir falhas que ainda não foram identificadas, e podem tornar a experiência menos traumática mesmo traumática em caso de demissões sem justa causa.

Além de obter feedback sobre a experiência do colaborador, a empresa também pode contribuir para que encontrem novas oportunidades de emprego, oferecendo treinamentos ou até mesmo indicações em organizações parceiras.

A importância para os negócios

Empresas com uma marca forte empregadora e que se preocupa com a experiência do profissional em todas as fases de sua relação garante uma série de vantagens para os negócios.

Conheça as principais:

  • melhora a retenção, já que locais de trabalho saudáveis são valorizados;
  • os bons profissionais chegam até você de forma espontânea, pois, sabem que a empresa compartilha de um bom ambiente de trabalho;
  • os resultados de uma contratação chegam mais rápido, pois, há envolvimento do profissional com a empresa desde o momento em que ele inicia as primeiras etapas do processo seletivo;
  • reduz o tempo de contratação, pois, com ofertas atrativas, os candidatos têm maior probabilidade de aceitar o contrato de trabalho.

A principal diferença entre o employer branding e employee experience

Diante de tudo o que foi exposto até aqui, podemos resumir a diferença entre o employer branding e o exmployee experience da seguinte forma:

  • employer branding: gestão da marca empregadora que utiliza estratégias para atrair e reter profissionais por meio de benefícios e da promoção de um ambiente de trabalho respeitoso e acolhedor;
  • employee experience: é a soma da experiência do profissional em toda a sua jornada dentro da empresa, desde o envio do currículo até o momento da demissão.

Chegamos ao final do nosso material e temos uma pergunta para você: agora que você já sabe a diferença entre esses dois conceitos, o que a sua empresa está fazendo para fortalecer o employer branding e employee experience?

Investir em estratégias que promovam o negócio como uma boa marca empregadora e que respeita os candidatos na hora do recrutamento e seleção é essencial para manter a competitividade. Pense nisso!

Este artigo foi importante para tirar suas dúvidas sobre o assunto? Assine a nossa newsletter e fique por dentro de novos conteúdos.

Nova call to action
Vamos juntos tranformar o RH da sua empresa?

Contrate a pessoa certa, sempre.

Os seus critérios de seleção, aplicados de maneira inteligente e rápida com a Gupy - o software de Recrutamento e Seleção favorito das grandes empresas do Brasil.

Solicitar demonstração →