Recrutamento tradicional: 3 processos para desapegar

As empresas estão entrando em uma nova era, o que começa a fazer com que o recrutamento tradicional seja repensado.  Essa realidade traz a presença da tecnologia e o uso massivo de informações, algo que faz toda a diferença no processo produtivo.

É a chegada da tecnologia 4.0, que conta com a automação e Internet das Coisas, por exemplo. 

E essa transição para um processo de recrutamento mais otimizado requer uma mudança de ponto de vista, tanto dos gestores quanto do RH. É preciso assumir outra mentalidade para aproveitar as novas tendências.

Neste post, veja alguns processos de recrutamento tradicional dos quais você precisa desapegar.

Como é o recrutamento tradicional?

O recrutamento tradicional tem total identificação com processos analógicos, baseados em papel e bem burocráticos. Ele tem foco no operacional e, por muitas vezes, ignora informações importantes por incapacidade de analisar o grande volume de currículos manualmente.

Além disso, dificilmente o recrutamento tradicional abre espaço para uma análise mais aprofundada do comportamento dos profissionais. É claro que a realização de entrevistas e de alguns testes sempre ocorreram e continuarão ocorrendo. No entanto, o fit cultural com a empresa antes não era considerado.

Já os processos de recrutamento atuais levam em consideração as metas da empresa, sendo um forte instrumento do RH estratégico. Eles buscam maior diversidade e trazem à organização possibilidades reais de inovação. Essa abordagem aporta benefícios reais para a empresa.

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Quais práticas do recrutamento tradicional abandonar?

Levando em consideração as informações acima, percebemos que o recrutamento tradicional pode ser contraproducente e, muitas vezes, pouco eficaz. Destacamos portanto algumas práticas antigas que devem ser abandonadas.

1. Ignorar o fit cultural

Checar se há identificação entre características de comportamento do profissional e valores da empresa é essencial para uma contratação mais acertada. Esses aspectos têm um grande impacto após a contratação, determinando a permanência do profissional no cargo, a sua adaptação com o ambiente, o convívio com os colegas e seu engajamento.

2. Evitar a tecnologia

Existem hoje no mercado diversos softwares de recrutamento e seleção que auxiliam no processo de escolha de candidatos e na análise de currículos a partir de filtros pré-determinados pelo RH.

Esses softwares não só ajudam fazer uma triagem mais direcionada, como permitem criar um banco de talentos e proporcionam um acompanhamento durante todo o processo seletivo, pois permitem a inserção de dados coletados durante as etapas presenciais.

3. Realizar processos seletivos excessivamente formais

Os processos de recrutamento e seleção tradicionais são excessivamente sérios, deixando o candidato desconfortável e passando a imagem de uma empresa fria. A tendência atual é humanizar o processo, promovendo um maior engajamento durante a seleção.

O uso da tecnologia também auxilia nessa questão, pois o RH consegue escalar os contatos e passar um feedback aos participantes, além de promover dinâmicas e atividades mais divertidas e instigantes.

Assim, mesmo que o profissional não seja aprovado, ele vai se sentir motivado a tentar uma nova vaga ou até mesmo indicar a empresa para os amigos.

Como você viu, essas práticas estão ligadas ao recrutamento tradicional e tendem a ser abandonadas. Insistir em uma abordagem defasada com a realidade atual do mercado é condenar a empresa a viver no passado, sem oportunidades de desenvolvimento.

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