Conheça os 3 hábitos que deixam seu processo de seleção ineficiente

Se você atua na área de recrutamento da empresa, sabe o que o processo de seleção ineficiente é capaz de causar. O perigo do recrutamento causar danos em várias áreas da organização é real, comprometendo o clima corporativo, produtividade, motivação, turnover...são vários os resultados negativos.

O grande desafio do líder é descobrir onde estão as barreiras que impedem a fluidez e efetividade das etapas, para que a equipe cumpra com as metas estratégicas e aumente a credibilidade e o empoderamento do setor de Recursos Humanos.

Quer saber quais são os hábitos capazes de transformar seu processo seletivo em um verdadeiro pesadelo? Então, continue a leitura.

3 hábitos para você evitar ainda hoje no seu processo de seleção

Para que seu setor de recrutamento e seleção não passe pelos reveses de uma contratação ineficiente, acompanhe 3 hábitos capazes de comprometer o processo seletivo; e caso algum deles faça parte do seu RH, elimine-o hoje mesmo para transformar sua rotina!

1. Processos seletivos muito burocráticos ou complexos

Se o recrutamento da sua empresa tem inúmeras etapas durante as quais os candidatos precisam retornar várias vezes ao escritório, fica difícil em meio a tantos estágios definir com objetividade qual é o talento mais indicado. Isso diminui a probabilidade de você acertar na contratação.

Mapeie o processo e simplifique o máximo que puder, procure pelos perfis mais adequados e transforme algumas etapas presenciais em virtuais.

2. Não mapear o perfil comportamental

Se durante a entrevista você não conseguir mapear o perfil comportamental dos perfis desejados e fazendo as perguntas relevantes de acordo com a função e a cultura da empresa, seu percentual de acerto cairá drasticamente.

Utilizar ferramentas que ajudam nesse mapeamento criará uma base de dados importante para auxiliar na escolha do perfil mais aderente à empresa e ao cargo — questionários direcionados e alguns testes psicológicos feitos de forma online são capazes de orientar você nessa decisão.

3. Não dar feedback aos candidatos

Não dar um feedback negativo ou positivo ao término do processo constitui um erro fatal que ainda é muito comum nas organizações.

Essa falta de retorno ao profissional reprovado prejudica a imagem da empresa e afeta a autoestima do candidato, que se sentirá desvalorizado e não hesitará em mostrar sua insatisfação caso seja questionado sobre a organização.

Ao fornecer um feedback, você não corta o vínculo com o candidato, que continuará acessível caso haja uma nova oportunidade.

Além disso, ele permitirá ao profissional entender quais são seus pontos positivos e negativos, assim como os motivos pelos quais não foi contratado, contribuindo assim para o aprimoramento profissional do candidato.

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Conclusão

O grande legado que o setor do RH deixa para as empresas deve ser sempre as pessoas. Essa afirmação pode ser interpretada de forma positiva ou negativa, o que depende do quão eficiente é seu processo seletivo.

Boas contratações agregam motivação, engajamento, produtividade, excelência, e consequentemente o sucesso do negócio. Mas basta um profissional fora da curva para que todas as metas da empresa sejam prejudicadas.

Este são apenas alguns dos diversos hábitos que podem ser evitados. Tenha sempre em mente fazer análises mais detalhadas do seu processo de seleção para transformá-lo e assim, atrair profissionais mais felizes e engajados, o que refletirá nos resultados e sucesso da organização.

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Diagnóstico de recrutamento e seleção: Descubra e melhores a maturidade dos seus processos
Bruna Guimarães | GUPY

Bruna Guimarães | GUPY

Formada em Administração de Empresas pela UFRRJ e com MBA executivo pela Coppead UFRJ, é COO & Co-founder da GUPY. Bruna é especialista em recrutamento e seleção e entende com profundidade as dores dessa área. Construiu sua carreira em uma grande multinacional onde era responsável pelo recrutamento de toda a organização através da sua paixão por RH, pessoas e foco em resultado.