Como o aprendizado estratégico ajudou a acelerar a performance e sustentar a expansão de uma operação com mais de 400 pessoas colaboradoras com a Gupy

48%

de redução nos custos logísticos

80%

de aproveitamento médio nas avaliações

100%

de satisfação das pessoas colaboradoras

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Setor:

Varejo | Materiais de construção

Localização:

Divinópolis, MG

Colaboradores:

201-500 funcionários

Produto:

  • Educação Corporativa

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Sobre a Viveza

Fundado em 1966 a partir do espírito empreendedor do Sr. Inimá Garcia (in memoriam) em Divinópolis, o Grupo IGL iniciou sua trajetória de forma simples na venda de cimento e cal. Ao longo das décadas, o negócio se transformou em um grupo sólido e altamente respeitado no setor de materiais de construção, acabamento e design.

Atualmente, a organização expandiu sua atuação e está presente em diversas cidades de Minas Gerais — incluindo Divinópolis, Arcos, Belo Horizonte, Pará de Minas, Oliveira, Nova Serrana, Itaúna e Lagoa da Prata —, somando 11 lojas focadas em entregar soluções de qualidade para pequenos reparos ou grandes projetos.

O grande diferencial do grupo reside em sua equipe de especialistas, com destaque para o time de vendas, que atua de forma consultiva e colaborativa para entender as necessidades dos clientes e realizar seus sonhos por meio do desejo constante de inovar.

O papel do aprendizado estratégico na expansão e performance de equipes com mais de 400 pessoas colaboradoras

Entrar em uma nova organização é um momento importante. Junto com a expectativa pela nova etapa, também surgem sentimentos de ansiedade e incerteza. "Como será minha adaptação?" ou "Como compreendo a cultura da empresa?". Na Viveza, referência no setor construção, acabamento e design, a prioridade sempre foi garantir que essa fase inicial fosse marcada por segurança, clareza e integração.

No entanto, com 11 lojas distribuídas em diferentes cidades, manter o padrão desse processo de forma eficiente tornou-se um desafio operacional complexo.

Com um quadro de 400 pessoas, a Viveza identificou um obstáculo que dificultava sua expansão. O modelo de onboarding era estritamente presencial, o que gerava impactos diretos na operação:

  • Custos operacionais elevados: A necessidade de deslocamento constante gerava gastos significativos com transporte e hospedagem.
  • Dependência de facilitadores: O treinamento ficava condicionado à disponibilidade de instrutores específicos, o que limitava a agilidade no crescimento das unidades.
  • Dificuldade de pertencimento: Sem um processo padronizado e acessível, para as pessoas colaboradoras de lojas distantes poderiam sentir falta de alinhamento com a sede e demora na compreensão de suas funções.

Além disso, a área comercial enfrentava uma longa curva de aprendizado. O tempo para que um vendedor alcançasse sua performance ideal era alto, e a consistência dos resultados ficava comprometida pela dependência direta da gestão para transferir conhecimento.

Por que integrar tecnologia e desenvolvimento humano deixou de ser opcional

A Viveza compreendeu que, para escalar com qualidade, precisava de uma solução que unisse eficiência digital e suporte consultivo. A Gupy entrou como parceira estratégica nesse processo, viabilizando uma reestruturação profunda na área de Treinamento e Desenvolvimento (T&D).

A nova estratégia focou em transformar o aprendizado em um processo contínuo e autônomo:

  • Modelo Semipresencial: O conteúdo técnico foi migrado para o ambiente digital, permitindo que o colaborador aprenda no seu ritmo. Isso possibilitou que o tempo presencial fosse otimizado para interações práticas e reforço da cultura organizacional.
  • Jornadas Personalizadas e Gamificadas: O processo de aprendizagem tornou-se mais intuitivo. Com elementos de gamificação, a absorção do conteúdo aumentou, tornando o treinamento mais dinâmico e menos exaustivo.
  • Vendedores como Multiplicadores: Especialistas internos da Viveza contribuíram diretamente na criação dos cursos. Esse movimento valorizou o conhecimento prático sobre materiais de construção e garantiu que o conteúdo fosse fiel à realidade do dia a dia.

Os indicadores que comprovaram o impacto e a eficiência da estratégia

A transição para o novo modelo trouxe resultados mensuráveis, comprovando que a estrutura de aprendizado reflete diretamente nos indicadores de negócio.

No Onboarding e Cultura:

  • Redução de 48% nos custos logísticos, eliminando despesas com viagens e hospedagens.
  • 80% de aproveitamento médio nas avaliações, demonstrando uma retenção de conhecimento superior ao modelo anterior.
  • 100% de satisfação das pessoas colaboradoras, que relataram uma experiência de aprendizagem mais eficaz e organizada.

No Time Comercial:

A qualificação técnica impactou diretamente os resultados de vendas:

  • 70% dos vendedores que realizaram a trilha específica atingiram 100% de suas metas comerciais.
  • 100% de conclusão dos treinamentos por seção, refletindo o alto engajamento com o conteúdo proposto.

Hoje, a Viveza mantém sua expansão com a confiança de que cada novo colaborador, independentemente da localização, terá acesso às ferramentas necessárias para o seu desenvolvimento e sucesso profissional.

O sucesso de uma organização em crescimento depende de como ela prepara suas pessoas. Unir processos estruturados a uma cultura de aprendizado contínuo é o caminho para resultados sustentáveis.

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